quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Um Sonho, Um Projeto, Uma Visão do Mundo....


Voltei!... Foram meses de trabalho árduo, dedicação quase total, noites pouco dormidas.
Finalmente, o meu site está publicado - Teresa Varela - Artes de Comunicação.
Do Sonho ao Projeto, do Projeto à concretização do Site.
Uma nova Visão assente em coisas antigas. Talvez não propriamente antigas, talvez ancestrais, porque assentam nos valores fundamentais da união, do esforço e de objetivos comuns.
É um Projeto meu que envolve outros. A Equipa, que aguardo que cresça; Os Clientes, que necessitam dos Serviços prestados pelos Membros da Equipa ou que procuram novos talentos para integrar as suas Equipas.
Na verdade, aquilo que proponho é uma Grande Equipa constituída por todos, Equipa e Clientes. Pois, na verdade, o que todos buscam é uma e a mesma coisa. Sucesso, reconhecimento, realização profissional e ganhos que justifiquem os seus investimentos.
Acredito que juntos poderemos ir mais longe. Apoiando-nos uns aos outros. Partilhando novas ideias. Olhando noutras perspetivas.
Acredito que é possível fazer negócios, com honestidade, em que todos saiam beneficiando. Acredito que é possível conjugar conhecimentos e saberes, capacidades e talentos, novas ideias e perspetivas, e fazê-lo de uma forma transparente, sem usar os outros como trampolim ou tapete.
E porque acredito que é possível, continuarei a lutar porque se torne realidade. Ainda que possa perecer nessa luta. Ainda que os entraves sejam muitos. Ainda que muitos se "divirtam" a tentar desviar-me do caminho, desvalorizando, criticando ou pondo em causa o meu trabalho, a minha capacidade ou o meu Projeto. Ainda assim vale a pena tentar.
Talvez que os negócios não sejam o meu forte. Talvez me devesse dedicar a ficar à espera que algo me caísse do céu e devesse baixar os braços. Mas, acredito que, pelo contrário, tenho a perspetiva correta do que deve ser um negócio e, certamente que, enquanto tiver vida e alento, nunca baixarei os braços.
Ao longo do caminho da vida, sofremos várias contrariedades, desilusões e perdas. Erramos. Caímos. Levantamo-nos e começamos tudo de novo.
Por vezes, fazemos repetidamente o mesmo erro, como se tivéssemos uma enorme dificuldade em aprender que não é por ali. Como se os ensinamentos que deveríamos assimilar, em cada erro, nos fossem transmitidos numa língua estranha que não conseguimos entender.
Thomas Saliot
É aí que entra o silêncio. Só o silêncio nos permite ouvir os outros, observar, aprender e refletir.
Em muitos momentos da vida estamos tão concentrados em provar que temos razão que não nos damos conta do que nos rodeia, dos sinais, às vezes bem ruidosos, de que estamos enganados ou a falhar na conquista dos nossos objetivos.
O silêncio é a única coisa capaz de calar o ruído dos medos, das emoções, das inseguranças. é a única coisa que nos permite, verdadeiramente, ouvir, ver mais longe, reconhecer que estamos errados e aprender.
E, todos aqueles com quem nos cruzamos têm tanta coisa para nos ensinar. Por vezes não da melhor forma. Não de uma maneira agradável, calorosa, positiva ou amigável. Mas, não deixam de ser ensinamentos e, portanto, contribuem para que nos tornemos mais sábios, mais esclarecidos, mais realistas ou melhores pessoas.
Pudemos ter a cabeça nas nuvens, o coração no céu, mas nunca nos devemos esquecer de ter os pés bem assentes na terra.
Afinal, não somos pássaros, nem anjos. Somos gente. Somos pessoas em crescimento. Traçando percursos. Vencendo obstáculos. Travando lutas.
Presos nas nossas verdades e razões, tornamo-nos vítimas de nós próprios, atribuindo erradamente as culpas aos outros. Então, perdemo-nos nos labirintos da vida, sozinhos infelizes.
Se devemos lutar por aquilo em que acreditamos, devemos ter a humildade de reconhecer que os outros também podem estar certos, que também têm uma palavra a dizer e que nos podem ensinar, acrescentando-nos algo de positivo.
Se passarmos a vida mendigando, ao invés de apresentarmos soluções, seremos eternos mendigos e apenas receberemos migalhas.
Humildes sim, não subservientes. Lutadores sim, não déspotas. Fortes sim, não frios.
O equilíbrio nem sempre é fácil de atingir. Não é expectável que estejamos sempre no auge. Mas é exigível que dêmos sempre o nosso melhor.
A persistência não passará de teimosia, se não estiver aliada à Capacidade de adaptação à Mudança, a novas Ideias e Aprendizagens.
A resiliência será apenas sobrevivência, se não estiver focada em objetivos.
Espero sinceramente que o meu projeto se transforme num Sucesso. Dei e continuarei a dar o melhor de mim, mas apenas o futuro me poderá trazer respostas e ensinamentos que me permitam avaliar, com rigor, as suas fragilidades, incongruências ou expetativas fantasiosas.
Seguirei lutando. Humilde nas aprendizagens. Forte nas desilusões. Sempre buscando novas soluções, caminharei sem baixar os braços.
Jorge Pemedo

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