terça-feira, 17 de novembro de 2015

NÃO TERÁS O MEU ÓDIO

Não terás o meu ódio,
Porque esse é um sentimento demasiado mesquinho,
Para albergar no meu coração.
Não terás a minha compreensão, 
Porque os teus atos são bárbaros, criminosos e injustificáveis.
Não me impedirás de acolher os teus irmãos, de raça ou credo,
Porque eles não são responsáveis pelas tuas ações maquiavélicas.
Não me confundirás,
Porque os meus valores não têm pés de barro, nem se baseiam em preconceitos ou tradições, utopias ou devaneios, 
Mas, sim, em humanidade.
Não terás o meu silêncio ou passividade,
Porque, por mais que tema os teus atos,
Nunca o medo calará a minha voz, nem tolherá os meus atos.
Não tolerarei as tuas bárbaras ações, 
Porque elas são indignas da humanidade.
Poderás matar-me, 
Mas nunca calarás a minha voz, que ecoará pelos tempos.
Tu és a encarnação do mal,
E, como tal deves ser combatido e aniquilado.
Tu julgas-te poderoso,
Mas o poder do mal é sempre efémero,
Pois extingue-se engolido pelas areias movediças do seu próprio ódio.
Mais do que o poder das armas, será o poder do Amor, que nasce todos os dias no coração dos verdadeiros Homens, que, Unindo-nos, conduzirá à tua extinção. 
Desejo-te que reencontres a Luz, no teu regresso às estrelas, de onde tu e eu somos originários,  pois, aqui na Terra, viverás sempre na escuridão e nunca conseguirás compreender o coração dos Homens que acedem velas ou oferecem flores.



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